Autor:
Fernando Bueno
ISBN 978-85-63044-03-7
144 páginas
Editora LPB
São Paulo
2010 |
O
conteúdo da obra responde aos questionamentos relacionados às
estruturas e interferências dos sistemas de inovação
no plano industrial baseado em um novo modelo competitivo devido a globalização
da produção e a livre concorrência. O conteúdo
foi especialmente desenvolvido no que tange a analise do papel das economias
externas à empresa e a concentração de recursos produtivos,
além do aporte das políticas públicas no sentido
de subsidiar as necessidades individuais da empresa e, conseqüentemente,
melhorando a eficiência coletiva industrial. Com ênfase nas
articulações dos sistemas de inovação e traduzindo
de forma funcional todos os tipos de inovações existentes
e relevantes perante o ambiente competitivo global, a obra, seguramente,
contempla um importante contexto para as áreas da economia e administração
visto que as diferentes formas das cadeias produtivas passam por uma readequação
de toda uma estrutura econômico-industrial.
Todo
o contexto da obra visa a relacionar as estruturas e potencialidades dos
sistemas de inovação com as reais necessidades das articulações
produtivas internacionais tendo como elemento central da análise
os setores intensos em tecnologia. Especificamente, o contexto aborda,
em formato de case, a indústria aeronáutica nacional a partir
da visão produtiva internacionalizada em que o setor está
inserido. Certamente, o case contempla todo o conteúdo exposto
de maneira a fechar o estudo com resultados mensuráveis.
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Organizadores:
Fernando Afonso Salla
Luciana Bracarense Costa Fernandez
ISBN 978-85-63044-02-0
164 páginas
Editora LPB
São Paulo
2009
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Uma
memória está no sorriso, nas lágrimas, no beijo, no
abraço. Uma memória figura nos papéis de carta do poeta,
na voz do contador de histórias, nos olhos do leitor, na vida in
memoriam, nos momentos vividos na infância, recontados na velhice.
Há memória no cotidiano de um povo, sua economia, sua arte
nos muros, sua etnia e herança, sua educação. Mas a
memória nem sempre é prazer, deleite, ela se constitui também
na desigualdade, no crime, nas situações de desconforto e
dor. É nesse cenário multifacetado de memórias e vivências
que quinze mulheres e homens se reuniram para escrever Fragmentos de Memória.
Professores, poetas, homens que deixam o verbo soltar-se para que as folhas
se habitassem de recordações e lembranças. É
assim que esse livro foi tomando corpo, cada um dos autores foi dando à
memória formas em palavras, registro a suas reflexões sobre
diversos temas. |
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Autores:
Jarbas Vargas Nascimento
João Hilton Sayeg-Siqueira
Luiz Antonio Ferreira
Edna Maria F.S. Nascimento
ISBN 978-85-63044-01-3
142 páginas
Editora LPB
São Paulo
2009
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Por
meio de um estilo simples, mas altamente alegórico, Lucas põe
em cena o dilema entre a aventura e a fidelidade, a miséria e a
fartura, a humilhação e a soberba, a disciplina e a devassidão,
a noção de justiça e de hierarquia, a força
dos conflitos interiores e a raiva, a ira e a cólera, paixões
contundentes que se desvanecem, se transmutam, se configuram novas por
um ato simples - mas altamente retórico - e nem sempre fácil:
um gesto de perdão. Esse acenar enérgico e determinado de
perdoar instaura o ethos de um pai como um princípio, não
de autoridade apenas, mas de judiciosidade. O estilo singelo de Lucas
provoca paixões que se digladiam no interior do auditório
e convulsionam, discursivamente, o ethos e o pathos. Valendo-se da parábola,
o autor dimensiona problemas familiares de todos os tempos e os resume
num abraço festivo que, no cenário criado, põe em
xeque a concepção de justiça e hierarquia, que se
instaura nos conflitos éticos e morais determinantes do ser e estar
no mundo. Nesse aspecto, a polissemia natural do texto se configura, aqui,
como um convite muito produtivo para a busca de sentidos, para a tentativa
de desvendar as estratégias de ação lingüística,
sua dimensão persuasiva, histórica, semiótica, semântica
e, em resumo, discursiva.
O desejo de buscar sentidos possíveis fez nascer este livro que
tem, por objetivo primeiro, a intenção de pôr em cena
o discurso teológico em diferentes caminhos de leitura. Cada capítulo
anuncia um espaço de pesquisa e um desejo de perscrutar, nas linhas
e entrelinhas do texto, possibilidades interpretativas. O resultado, como
verá o leitor, é um encontro e um deslocar de múltiplos
sentidos, um gesto de buscar, nos modos de dizer, formas possíveis
de desvendar o discurso que se apresenta aparentemente nítido,
mas repleto de interrogações instigantes.
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Organizadores:
Lucy Ferreira Azevedo
Luiz Antônio Ferreira
ISBN 978-85-63044-00-6
184 páginas
Editora LPB
São Paulo
2009
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A
constituição identitária de um indivíduo se
dá pela superposição de recortes
que abarcam, por um lado, o continental, o nacional, o
regional, o local e, por outro, influências de ordem
etária, de classe, de gênero, influên-cias em
função do étnico, do racial e até do profissional.
Luiz Antonio Ferreira
...o
discurso tem uma intencionalidade, o que faz endossar a afirmação
de que todo discurso é um ato retórico. Os atos retóricos,
analisados nas letras das músicas aqui expostas, influenciam o
pensamento ou a ação do auditório, e, de certa forma,
promovem mudanças significativas no comportamento da socie-dade.
Essas letras provam que a sociedade mudou de forma significativa e que
uma mulher moderna procura se inserir frente a uma nova realidade, e responde
a essas transformações por meio de um novo ethos.
Adilson Ferreira dos Santos e Ronaldo Santos Zimmer-mann
Se
a paixão traz consigo o sofrimento, este é ainda maior quando
o objeto de desejo é uma mulher rica.
Nas canções populares, a diferença social é
uma barreira em qualquer fase da vida. Na adolescência, por exemplo,
o eu-lírico se submete aos caprichos da bela menina rica...
Flávia Silveira Serralvo
A
música não poderia deixar de cantar o ethos dessas mulheres
multifac-etadas, que representam vários papéis na socie-dade.
Elas encantam, alegram, mentem invejam, representam diversas paixões,
exibem-se, sonham, choram , são vingativas, sofrem, fazem sofrer,
levam o interlocu-tor à loucura, à falência, seduzem,
odeiam (...)
Sileide Tereza de Lima Saes
Afrodite
inspira a cuñataí que, refletida na voz do poeta, seduz
com muitos recursos: música suave, mãos cálidas e
brancas, carícias, sexo, a negação do sexo pela ausência
e a cumplicidade da natureza. A moça bonita provoca a paixão,
deixando o poeta em desequilíbrio Mi ser te adora
con frenesi. Lucy Ferreira Azevedo
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